Antropologia autor Malde Margarida


Antropologia
Antropologia (do grego νθρωπος, transl. anthropos, "homem", e λόγος, logos, "razão"/"pensamento"/"discurso"/"estudo") é a ciência que tem como objeto o estudo sobre o homem e a humanidade de maneira totalizante, ou seja, abrangendo todas as suas dimensões.[1] A divisão clássica da Antropologia distingue a Antropologia Cultural da Antropologia Biológica. Cada uma destas, em sua construção, abrigou diversas correntes de pensamento.
Pode-se afirmar que há poucas décadas a antropologia conquistou seu lugar entre as ciências. Primeiramente, foi considerada como a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no espaço e no tempo. Se por um lado essa concepção vinha satisfazer o significado literal da palavra, por outro restringia o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura marcou e limitou os estudos antropológicos por largo tempo, privilegiando a antropometria, ciência que trata das mensurações do homem fóssil e do homem vivo.
Divisões e campo
A Antropologia, sendo a ciência da humanidade e da cultura, tem um campo de investigação extremamente vasto: abrange, no espaço, toda a terra habitada; no tempo, pelo menos dois milhões de anos e todas as populações socialmente organizadas. Divide-se em duas grandes áreas de estudo, com objetivos definidos e interesses teóricos próprios: a Antropologia Física (ou Biológica) e a Antropologia Cultural, para alguns autores sinônimo de antropologia social, que focaliza, talvez, o principal conceito desta ciência, a cultura. Segundo o Museu de Antropologia Cultural da Universidade de Minnesota a antropologia cultural abrange três tópicos gerais que por sua vez subdivide-se e constituem-se como especialidades: Etnografia / Etnologia, Linguística aplicada à antropologia e Arqueologia. A cultura e a mitologia correspondem ao desejo do homem de conhecer a sua origem, ou produzem um modo de autoconhecimento que é a identidade, diferenciando os grupos em função de suas idiossincrasias e adaptação em ambientes distintos.
[editar] Considerações
Para pensar as sociedades humanas, a antropologia preocupa-se em detalhar, tanto quanto possível, os seres humanos que as compõem e com elas se relacionam,
INTRODUÇÃO

            No âmbito da Disciplina de Comtabilidade e Gestão foi elaborado um trabalho com o Tema, a Empresa no Mercado e a Elaboração no Estudo da Rentabilidade ou no Estudo do Mercado.            

            A economia é geralmente dividida em dois grandes ramos: a microeconomia, que estuda os comportamentos individuais, e a macroeconomia que estuda o resultado agregado dos vários comportamentos individuais.

            Os objectivos da empresa, é difícil atingi-los todos ao mesmo tempo. A atitude estratégica prende-se com um faseamento planeado que permita a consolidação da empresa numa óptica de mercado. Assim, numa primeira fase, a que poderemos chamar de “arranque” da empresa, um dos objectivos é o crescimento do negócio, a par da rentabilidade e estabilidade da empresa.




































Implementação De Uma Empresa

Ao elaborarmos o projeto de uma empresa válida, eliminamos a visão existente de que a empresa é apenas um agente econômico, onde a finalidade desse tipo de empresa é voltado para o ambiente externo, com o único e principal objetivo relacionado à maximização dos lucros.

            Nossa empresa será diferente por ser uma empresa válida, pois ela englobará a visão econômica mas não estará restrita a ela.

Ela sobreviverá e obterá sucesso por ter uma visão mais ampla do que as outras empresas, que se  preocupam somente com a maximização dos lucros; nossa empresa terá sempre um compromisso sério com os empreendedores e colaboradores.

            Numa linguagem bastante clara, colocaremos como meta para todos os setores dentro da empresa o seguinte:

            O papel de nossa empresa é atender continuamente as necessidades da comunidade, sendo participantes ativos do progresso; pois queremos que nossa empresa progrida juntamente com a sociedade a qual serviremos.

            Em nossa empresa válida o lucro também será encarado de maneira diferente, será essencial somente para a empresa sobreviver, crescer e continuar a contribuir para com a sociedade, onde o sucesso será focalizado através da contribuição social.

Avaliação

            O critério para avaliação de nossa empresa será relacionado com os resultados obtidos juntamente com os motivos de sua existência, padronizado pelo cumprimento do objetivo que propõe atender. Também é importante que tenha algumas definições, como, avaliação dos níveis de rentabilidade e produtividade e análise dos parâmetros de conduta, etc.
Tarefa Da Administração

            Caberá a administração elaborar estratégias para o desenvolvimento empresarial, será ela a responsável pelo sucesso da empresa.

            Sua função será a de criar e desenvolver a empresa. Caberá a ela as tarefas de planejar, coordenar, organizar, dirigir, controlar, motivar, etc.

 É importante salientar que a administração de nossa empresa deverá respeitar os padrões estabelecidos pela sociedade e empreendedores, promovendo ações para obtenção de resultados positivos.

            Em uma linguagem genérica, a função da nossa administração consistirá em estar permanentemente identificando as expectativas externas e internas e dirigir o empreendimento para obtenção dos resultados sempre positivos, sua função será.

1.      Criar produtos de valor;
2.      Criar e manter clientes satisfeitos;
3.      Promover a capacidade de evolução deliberada;
4.      Construir e manter sempre relações significativas;
5.      Usar os recursos produtivamente;
6.      Praticar princípios de conduta aceitos;
7.      Obter um lucro razoável;

            Para uma boa administração deverá estar sempre presente: o esforço intelectual do administrador, responsável pela reflexão e criação de idéias para atividades empresariais e consequentemente gerarem resultados positivos.

            Deverá se utilizar de teorias, conceitos, conhecimento, experiência e logicamente o esforço criativo para produção de novas idéias. Além disso deverá haver multidisciplina, tempo e velocidade correta, definir o que é urgente e importante, ser eficiente  e moderno.


Das Atribuições Do Administrador

            O administrador será o responsável pelos resultados empresariais, caberá a ele fazer com que as coisas certas sejam feitas, devendo tomar decisões e empreender ações que afetem diretamente os resultados empresariais.

Resumidamente, ele não deverá perder tempo no escritório com toda a burocracia setorial e empresarial; seu tempo será aproveitado  no desenvolvimento de novas  idéias e tomar decisões importantes para o sucesso da empresa.

Sistema de gestão da nossa empresa.

            Para distinguirmos nossa empresa de qualquer uma outra, definimos uma filosofia empresarial.Nossa missão é superar a pobreza e exterminar a miséria da nossa sociedade. Não queremos nos enriquecer, mas sim, oferecer nossos produtos e serviços para a satisfação e conforto de todos os brasileiros, fazendo com que sintam paz e conforto.

            Prosperaremos com dinamismo e vitalidade, pois só assim obteremos o sucesso. Asseguraremos tranqüilidade e confiança aos nossos acionistas e à toda a comunidade, pois realmente, através de nossos esforços, produziremos um suprimento inesgotável de bens.

                  Planejamento

            Planejando o futuro de nossa empresa, já que queremos atender continuamente a todos, devemos nos preocupar com as oportunidades que surgirão a longo prazo. As fases para planejamento são as seguintes.

            O planejamento deverá  abranger toda a empresa, devendo se estabelecer certa hierarquia para que não ocorra impactos no desempenho. Salienta-se que não deverá existir agrupamentos, todos deverão participar do processo de planejamento, desde a mais alta administração  até a supervisão (nível operacional).

            A maioria dos planos estratégicos considera mais as circunstâncias do presente do que as oportunidades do futuro. Com isso, os ganhos alcançados são, normalmente, incrementais. Mesmo na hora de planejar o futuro, muitas empresas mantém-se atreladas ao que lhes é familiar. Ainda que as reais oportunidades estejam normalmente disponíveis em outras esferas.

Vanto Group considera a totalidade das características da empresa, seus recursos, seus problemas e objetivos; a partir daí, parte da realidade para uma abordagem completamente nova.

            Nosso processo de desenho e Planejamento Estratégico faz muito mais do que determinar quais ações devem ser tomadas pela empresa no futuro. Ele de fato cria e desenha um novo futuro. O processo estabelece um ambiente que apóia e sustenta ativamente o futuro desenhado, gerando as próprias condições para a sua realização agora.

Implementação, Planejamento E Visão estrategica

Implementação totalmente integrada-uma abordagem única Gerentes e executivos que entendem Visão Estratégica como uma força capaz de gerar e orientar as ações de uma empresa sabem que sua implementação na empresa é um fator crítico para o sucesso do empreendimento.

 Muitas vezes, não é a estratégia, produto ou gerenciamento inovador que distingue a empresa no mercado, mas sim como a empresa implementa o que faz.

O que é único a respeito do processo de desenho e Planejamento Estratégico do Vanto Group é a forma como a implementação na empresa é construída. Desde o início, cada empregado sabe o que a empresa deseja alcançar. Eles sabem a sua parte e sabem a diferença que o seu trabalho individual pode fazer na realização das metas.

A geração dessa apropriação da visão da empresa pelos seus empregados e geração de ação comprometida através da organização faz a empresa tornar-se ágil, flexível e capaz de gerar resultados, como quase nada mais pode fazer.

            A intenção da estratégia desenhada e do futuro desejado tornam-se uma força poderosa na organização: essa força desenvolve vida própria, cria seu próprio momentum e gera seu próprio entusiasmo. Vanto Group tem tido sucesso notável em apoiar seus clientes na implementação dessa visão.

            Em um processo de desenho e Planejamento Estratégico apoiado pelo Vanto Group, um grupo central (25-100 pessoas, representando todas as áreas da organização) participa da criação do plano estratégico.

            A atividade normalmente ocorre em um período de 11 a 19 dias, em sessões periódicas de dois ou três dias cada, durante um ano. Cada trabalho do Vanto Group é customizado de acordo com as necessidades e características de seus clientes.

            Procedimento monitório. Cef. Contrato de empréstimo/financiamento. Taxa de
rentabilidade.
Ementa

            Procedimento monitório. Cef. Contrato de empréstimo/financiamento. Taxa de rentabilidade.

            Trata-se de recurso interposto contra sentença proferida nos autos da ação monitória, objetivando o pagamento de quantia de r$ 303.869,80 (trezentos e três mil, oitocentos e sessenta e nove reais e oitenta centavos), da qual a cef é credora, referente à dívida oriunda de contrato de empréstimo/financiamento de pessoa jurídica.

            O procedimento monitório é um procedimento especial do processo de conhecimento, do tipo de cognição sumária, tendo o mesmo a finalidade de prover um título executivo rápido e pouco dispendioso, não servindo o mesmo para fazer valer contra devedor um título executivo já existente, mas serve para criar de modo rápido e econômico, contra o devedor, um título executivo que ainda não existe.

            O manejo da ação monitória pressupõe a existência de documento escrito, não arrolado nos artigo 585 do cpc, não se admitindo qualquer prova documental, entretanto admite-se, de outro lado, qualquer prova escrita, desde que não se trate de título executivo.

            In casu, correta a sentença ao afirmar que a súmula nº 247 do superior tribunal de justiça traduz o entendimento da egrégia corte no sentido de que o contrato de abertura de crédito em conta-corrente, acompanhado do demonstrativo de débito, constitui documento hábil para o ajuizamento da ação monitoria.

            Trata-se de entendimento aplicável por analogia à hipótese em exame, na qual a parte autora pretende o recebimento de débito oriundo de contrato de empréstimo/financiamento de pessoa jurídica, tendo instruído a inicial com cópia do contrato e do demonstrativo atualizado do débito." 4. Da mesma forma, não há qualquer óbice à cobrança da comissão de permanência da data do inadimplemento, desde que não cumulada com qualquer outro fator moratório. 5. Recursos desprovidos.

Empresa

            Uma empresa é uma pessoa jurídica com o objetivo de exercer uma atividade particular, pública, ou de economia mista, que produz e oferece bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana.

            O lucro, na visão moderna das empresas privadas, é consequência do processo produtivo e o retorno esperado pelos investidores. As empresas de titularidade do Poder Público têm a finalidade de obter rentabilidade social.

             As empresas podem ser individuais ou coletivas, dependendo do número de sócios que as compõem. Essa definição de empresa como sendo pessoa jurídica é equivocada. Segundo Fabio Ulhoa Coelho.

            Se empresário é o exercente profissional de uma atividade econômica organizada, então empresa é uma atividade; a de produção ou circulação de bens ou serviços. É importante destacar a questão.

            Na linguagem cotidiana, mesmo nos meios jurídicos, usa-se a expressão empresa com diferentes e impróprios significados. Se alguém diz a empresa faliu ou a empresa importou essas mercadorias, o termo é utilizado de forma errada, não técnica.

            A empresa, enquanto atividade, não se confunde com o sujeito de direito que a explora, o empresário. É ele que fale ou importa mercadorias. Similarmente, se uma pessoa exclama a empresa está pegando fogo ou constata a empresa foi reformada, ficou mais bonita, está empregando o conceito equivocadamente. Não se pode confundir a empresa com o local em que a atividade é desenvolvida.

            O conceito correto nessas frases é o de estabelecimento empresarial; este sim pode incendiar-se ou ser embelezado, nunca a atividade. Por fim, também é equivocado o uso da expressão como sinônimo de sociedade. Não se diz separam-se os bens da empresa e os dos sócios em patrimônios distintos, mas separam-se os bens sociais e os dos sócios; não se deve dizer fulano e beltrano abriram uma empresa, mas eles contrataram uma sociedade.

            Somente se emprega de modo técnico o conceito de empresa quando for sinônimo de empreendimento. Se alguém reputa "muito arriscada a empresa", está certa a forma de se expressar: o empreendimento em questão enfrenta consideráveis ricos de insucesso, na avaliação desta pessoa.

             Como ela se está referindo à atividade, é adequado falar em empresa. Outro exemplo: no princípio da preservação da empresa, construído pelo moderno Direito Comercial, o valor básico prestigiado é o da conservação da atividade (e não do empresário, do estabelecimento ou de uma sociedade), em virtude da imensa gama de interesses que transcendem os dos donos do negócio e gravitam em torno da continuidade deste; assim os interesses de empregados quanto aos seus postos de trabalho, de consumidores em relação aos bens ou serviços de que necessitam, do fisco voltado à arrecadação e outros. (COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de Direito Comercial.

Rentabilidade social
            Rentabilidade social é o termo genérico de procedência técnico jurídico e econômico que designa-se à remuneração econômica que não é distribuida através do conceito formal do lucro contábil e estatístico ou econométrico, porém o é incorporado imediatamente ao meio de produção em operação de forma general da empresa.

 Nos seus diversos níveis organizacionais de estrutura, dai a necessidade de auditoria do poder público do Estado nessa empresa: tanto em seu colegiado como na aferição de redação das atas organizacionais que devem ser registradas em cartório públicode direito, para que o objeto constitucional seja deveras respeitado.

            Tal termo e conhecimento jurídico é bastante conhecido tanto no Brasil como em Portugal, principalmente para quem trabalha nessas organizações de pessoa jurídica conhecida como fundação(instituição), em que o lucro, devido ao fato próprio jurídico do próprio direito constitucional e conceitual e lógico de não se ter a quem remunerar senão ao próprio patrimônio, pelo fato do patrimônio ser o próprio objeto do lucro, e não dos terceiros que o doaram constitucionalmente, sendo necessariamente incorporado à sua estrutura operacional.

Economia mista

            Uma economia mista é uma forma de economia que combina dois ou mais modelos econômicos distintos. Como sistemas econômicos são complexos e geralmente híbridos, utiliza-se critérios de avaliação de sistemas econômicos ou modos de produção ideais, como o feudalismo, capitalismo, socialismo.

             Na maior parte dos casos, trata-se de padrões ou modelos mais específicos, híbridos de variações de um sistema, intermediários entre padrões distintos como o capitalismo de mercado liberal e o capitalismo politicamente orientado.

            Como exemplo em períodos históricos anteriores, pode-se classificar o modelo econômico da Europa durante o período que vai do Renascimento até as vésperas da Revolução Industrial como um período intermediário entre uma economia feudal e outra tipicamente capitalista.

            Em algumas regiões da Europa já existiam características do capitalismo (acumulação de capital, propriedade privada, financeirização da economia), em outras o sistema econômico continuava tipicamente feudal.

            Na atualidade, o conceito de "economia mista" é muito usado como sinônimo de modelos mistos entre economia de mercado e economia orientada, planejada, ou ainda economia planificada. Como modelos ideais puros nunca existiram, teoricamente todo sistema econômico poderia ser considerado misto em algum grau.

            Muitas vezes o conceito de economia mista também é usado também como sinônimo de modelo híbrido entre grandes sistemas socio-econômicos como o capitalismo e o socialismo, embora existam diferentes modelos de regulação econômica nestes dois sistemas. Algumas fontes preferem o uso do termo "economia dirigida em vez socialismo na definição da economia mista.

            Nos anos 1990 dois padrões diferentes de modelos mistos se consolidaram, o da chamada erceira via liberal, que se propôs a criar um modelo misto entre o capitalismo orientado do welfare state (estado de bem-estar social) e uma reinterpretação do liberalismo clássico, voltado apenas para o plano econômico.

            Este modelo foi popularizado como neoliberalismo. O outro modelo de economia híbrida consolidado no mesmo período é o chinês, na época chamado de socialismo de mercado, que compõe características tanto de regulação do mercado típicos do capitalismo politicamente orientado quanto da economia planificada que vinha sendo modificada desde os anos 1960, já como um modelo distinto daquele de planificação adotado na ex-União Soviética.

            O modelo de classificação abstrato, neste caso, parte da avaliação da presença de características teoricamente típicas de um modelo ou do outro: características de capitalismo de mercado (livre comércio, livre mercado, desregulamentação de preços e salários, propriedade privada dos meios de produção) ou de planejamento econômico centralizado (planejamento econômico, planejamento da produção, preços e salários, regulação da economia, propriedade estatal dos meios de produção).

            Geralmente os sistemas mistos pretendem encontrar um equilíbrio entre as características positivas de um modelo e de outro. Por exemplo, a "economia mista" produzida pelo "welfare state" pretende manter um balanço entre o crescimento económico, baixa inflação, níveis de desemprego reduzido, boas condições de trabalho, assistência social e bons serviços públicos, através da intervenção do Estado na economia.

            A maioria dos países do mundo, incluindo países com regimes políticos considerados democráticos, como na Europa ou nos EUA, têm uma economia mista.

             No caso dos países capitalistas desenvolvidos nota-se com maior clareza a ocorrência de longos períodos de economia mais liberal ou de desregulamentação pró-mercado (do início do século XX até 1929 e dos anos 1980 aos 2000) e outros períodos de maior regulação ou intervenção do Estado na economia (entre 1930 e a II Guerra Mundial, e até os anos 1960, ou atualmente, após a crise econômica de 2008-2009).

Economia

            A Economia, ou ciência económica, consiste na produção, distribuição e consumo de bens e serviços. O termo economia vem do grego οικονομία (de translit. oikos, casa, translit. nomos, 'costume ou lei', ou também 'gerir, administrar': daí regras da casa ou administração doméstica.

É também a ciência social que estuda a atividade económica, através do desenvolvimento da teoria económica, e que tem na administração a sua aplicação.

Os modelos e técnicas atualmente usados em economia evoluíram da economia política do final do século XIX, derivado da vontade de usar métodos mais empíricos à semelhança das ciências naturais. Pode representar, em sentido lato, a situação económica de um país ou região; isto é, a sua situação conjuntural (relativamente aos ciclos da economia) ou estrutural.

Microeconomia

            Efetivamente, o foco de interesse da microeconomia é, antes de tudo, o estudo das escolhas dos agentes económicos, isto é, da forma estes procedem dado um conjunto de diferentes opções, comparando os benefícios e inconvenientes para a prossecução dos seus objetivos ou para a satisfação dos seus interesses - o postulado utilitarista.

            A microeconomia estuda as interações que ocorrem nos mercados em função da informação existente e da regulação estatal. Distinguem-se os mercado de bens e serviços dos mercados de fatores de produção, capital e trabalho, por terem diferentes agentes e formas de funcionamento.

CONCLUSÃO

            Depois da minha pesquisa cheguei a uma conclusão que a Empresa no Mercado e a Elaboração no Estudo da Rentabilidade ou no Estudo do Mercado, Empresa é uma pessoa jurídica com o objetivo de exercer uma atividade particular, pública, ou de economia mista, que produz e oferece bens e/ou serviços, com o objetivo de atender a alguma necessidade humana.

            A Economia é geralmente dividida em dois grandes ramos: a microeconomia, que estuda os comportamentos individuais, e a macroeconomia que estuda o resultado agregado dos vários comportamentos individuais.





A GRADECIMENTO

Agradeço em primeiramente  ao Senhor todo Poderoso por ter  medado a força de fazer  este trabalho, e aos Pais pelo carinho que tanto medão pela minha formação,e ao meu Professor por ter medado muitos conhecimentos sobre esta Disciplina e em fim aos meus Colegas, obrigado.














           






BIBLIOGRAFIA 
maldemargarida.blogspot.com
maldepedro@hotmail.com 

seja nos seus aspectos físicos, na sua relação com a natureza, seja na sua especificidade cultural. Para o saber antropológico o conceito de cultura abarca diversas dimensões: universo psíquico, os mitos, os costumes e rituais, suas histórias peculiares, a linguagem, valores, crenças, leis, relações de parentesco, entre outros tópicos.
Embora o estudo das sociedades humanas remonte à Antiguidade Clássica, a antropologia nasceu, como ciência, efetivamente, da grande revolução cultural iniciada com o Iluminismo.
[editar] História da Antropologia
Embora a grande maioria dos autores concorde que a antropologia se tenha definido enquanto disciplina só depois da revolução Iluminista, a partir de um debate mais claro acerca de objeto e método, as origens do saber antropológico remontam à Antiguidade Clássica, atravessando séculos. Enquanto o ser humano pensou sobre si mesmo e sobre sua relação com o "outro", pensou antropologicamente. A Antropologia é o estudo do homem como ser biológico, social e cultural. Sendo cada uma destas dimensões por si só muito ampla, o conhecimento antropológico geralmente é organizado em áreas que indicam uma escolha prévia de certos aspectos a serem privilegiados como a “Antropologia Física ou Biológica” (aspectos genéticos e biológicos do homem), “Antropologia Social” (organização social e política, parentesco, instituições sociais), “Antropologia Cultural” (sistemas simbólicos, religião, comportamento) e “Arqueologia” (condições de existência dos grupos humanos desaparecidos). Além disso podemos utilizar termos como Antropologia, Etnologia e Etnografia para distinguir diferentes níveis de análise ou tradições acadêmicas.
Para o antropólogo Claude Lévi-Strauss (1970:377), a etnografia corresponde “aos primeiros estágios da pesquisa: observação e descrição, trabalho de campo”. A etnologia, com relação à etnografia, seria “um primeiro passo em direção à síntese” e a antropologia, “uma segunda e última etapa da síntese, tomando por base as conclusões da etnografia e da etnologia”.
Qualquer que seja a definição adotada, é possível entender a antropologia como uma forma de conhecimento sobre a diversidade cultural, isto é, a busca de respostas para entendermos o que somos a partir do espelho fornecido pelo “outro”; uma maneira de se situar na fronteira de vários mundos sociais e culturais, abrindo janelas entre eles, através das quais podemos alargar nossas possibilidades de sentir, agir e refletir sobre o que, afinal de contas, nos torna seres singulares, humanos.
[editar] Primórdios
Primórdios
Homero, Hesíodo e os filósofos pré-socráticos já se questionavam a respeito do impacto das relações sociais sobre o comportamento humano; ou vendo este impacto como consequência dos caprichos dos deuses, como enumera a Odisseia de Homero e a Teogonia de Hesíodo, ou como construções racionais, valorizando muito mais a apreensão da realidade no dia a dia da experiência humana, como preferiam os filósofos pré-socráticos. Foi, sem dúvida, na Antiguidade Clássica que a "medida Humana" se evidenciou como centro da discussão acerca do mundo. Os gregos deixaram inúmeros registros e relatos acerca de culturas diferentes das suas, assim como os chineses e os romanos. Nestes textos nascia, por assim dizer, a Antropologia, e no século V a.C. um exemplo disto se revela na obra de Heródoto, que descreveu minuciosamente as culturas com as quais seu povo se relacionava. Da contribuição grega fazem parte também as obras de Aristóteles (acerca das cidades gregas) e as de Xenofonte (a respeito da Índia).
Entre os romanos merece destaque o poeta Lucrécio, que tentou investigar as origens da religião, das artes e se ocupou da discurso. Outro romano, Tácito analisou a vida das tribos germânicas, baseando-se nos relatos dos soldados e viajantes. Salienta o vigor dos germanos em contraste com os romanos da sua época. Agostinho, um dos pilares teológicos do Catolicismo, descreveu as civilizações greco-romanas "pagãs", vistas como moralmente inferiores às sociedades cristianizadas. Em sua obra já discutia, de maneira pouco elaborada, a possibilidade do "tabu do incesto" funcionar como norma social, garantia da coesão da sociedade. É importante salientar que Agostinho, no entanto, privilegiou explicações sobrenaturais para a vida sociocultural.
Embora não existisse como disciplina específica, o saber antropológico participou das discussões da Filosofia, ao longo dos séculos. Durante a Idade Média muitos escritos contribuíram para a formação de um pensamento racional, aplicado ao estudo da experiência humana, como fez o administrador francês Jean Bodin, estudioso dos costumes dos povos conquistados, que buscava, em sua análise, explicações para as dificuldades que os franceses tinham em administrar esses povos. Com o advento do movimento iluminista, este saber foi estruturado em dois núcleos analíticos: a Antropologia Biológica (ou Física), de modo geral considerada ciência natural, e a Antropologia Cultural, classificada como ciência social.
[editar] O século XVIII
Até o século XVIII, o saber antropológico esteve presente na contribuição dos cronistas, viajantes, soldados, missionários e comerciantes que discutiam, em relação aos povos que conheciam, a maneira como estes viviam a sua condição humana, cultivavam seus hábitos, normas, características, interpretavam os seus mitos, os seus rituais, a sua linguagem. Só no século XVIII, a Antropologia adquire a categoria de ciência, partindo das classificações de Carlos Lineu e tendo como objeto a análise das "raças humanas".
O legado desta época foram os textos que descreviam as terras, a (Fauna, a Flora, a Topografia) e os povos "descobertos" (Hábitos e Crenças). Algumas obras que falavam dos indígenas brasileiros, por exemplo, foram: a carta de Pero Vaz de Caminha ("Carta do Descobrimento do Brasil"), os relatos de Hans Staden, "Duas Viagens ao Brasil", os registros de Jean de Léry, a "Viagem a Terra do Brasil", e a obra de Jean Baptiste Debret, a "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil. Além destas, outras obras falavam ainda das terras recém-descobertas, como a carta de Colombo aos Reis Católicos. Toda esta produção escrita levantou uma grande polémica acerca dos indígenas. A contribuição dos missionários jesuítas na América (como Bartolomeu de Las Casas e Padre Acosta) ajudaram a desenvolver a denominada "teoria do bom selvagem", que via os índios como detentores de uma natureza moral pura, modelo que devia ser assimilado pelos ocidentais. Esta teoria defendia a ideia de que cultura mais próxima do estado "natural" serviria de remédio aos males da civilização.
[editar] O século XIX
No Século XIX, por volta de 1840, Boucher de Perthes utiliza o termo homem pré-histórico para discutir como seria sua vida cotidiana, a partir de achados arqueológicos, como utensílios de pedra, cuja idade se estimava bastante remota. Posteriormente, em 1865, John Lubock reavaliou numerosos dados acerca da Cultura da Idade da Pedra e compilou uma classificação em que enumerava as diferenças culturais entre o Paleolítico e Neolítico.
Com a publicação de dois livros, A Origem das Espécies, em 1859, e A descendência do homem, em 1871, Charles Darwin principia a sistematização da teoria evolucionista. Partindo da discussão trazida à tona por estes pesquisadores, nascia a Antropologia Biológica ou Antropologia Física
[editar] A antropologia evolucionista
Marcada pela discussão evolucionista, a antropologia do Século XIX privilegiou o Darwinismo Social, que considerava a sociedade europeia da época como o apoge
ussão evolucionista, a antropologia do Século XIX privilegiou o Darwinismo Social, que considerava a sociedade europeia da época como o apogeu de um processo evolucionário, em que as sociedades aborígines eram tidas como exemplares "mais primitivos". Esta visão usava o conceito de "civilização" para classificar, julgar e, posteriormente, justificar o domínio de outros povos. Esta maneira de ver o mundo a partir do conceito civilizacional de superior, ignorando as diferenças em relação aos povos tidos como inferiores, recebe o nome de etnocentrismo. É a «Visão Etnocêntrica», o conceito europeu do homem que se atribui o valor de "civilizado", fazendo crer que os outros povos, como os das Ilhas da Oceania estavam "situados fora da história e da cultura". Esta afirmação está muito presente nos escritos de Pauw e Hegeleu de um processo evolucion.

bibliografia 
 
maldemargarida.blogspot.com 
maldepedro@hotmail.commaldemargarida.blogspot.com

 
Template desenvolvido por: Mini Templates